Especial - Sínodo Arquidiocesano

Vamos conhecer um pouco mais do Sínodo Arquidiocesano que esta acontecendo em nossa arquidiocese.

O que é o Sínodo:
A Arquidiocese de Juiz de Fora celebra, de 13 de dezembro de 2009 a 21 de novembro de 2010, o 1º Sínodo Arquidiocesano. Trata-se de um instrumento para refletir sobre o que de bom foi construído e o que falta construir.
Tema: “Arquidiocese de Juiz de Fora:  uma Igreja sempre em Missão.”
Lema: “Fazei discípulos meus” (Mt 28,19)

Quando acontece o Sínodo?

O Sínodo é uma longa celebração. No dia 4 de agosto de 2010, houve o primeiro anúncio e logo foram organizadas as Comissões de preparação. O Sínodo será aberto solenemente no dia 13 de dezembro de 2009, Domingo da Evangelização, às 15h, na Catedral Metropolitana, com a celebração da Eucaristia presidida por Dom Gil Antônio Moreira, com a participação de todo o clero, das lideranças leigas e das comunidades. Depois, o Sínodo se desenvolverá em fases.

Quem participa do Sínodo Arquidiocesano?

Em primeiro lugar deve-se afirmar: todo o Povo de Deus. No Sínodo há espaço para toda a Igreja participar, pois é um acontecimento de toda a Igreja de Juiz de Fora. Em cada fase haverá participação diferente. Na fase de consultação, por exemplo, ninguém deve ficar de fora. Na fase das sessões sinodais, vão participar mais efetivamente os missionários sinodais. Também serão convidados membros de outras Igrejas Cristãs como observadores nas sessões sinodais.

Qual a tarefa do missionário sinodal?

Compreender o que é o Sínodo e qual a sua dinâmica; visitar todas as instâncias da Igreja de Juiz de Fora; dar testemunho e relatar tudo o que encontrou, frutos e desafios; participar das sessões sinodais.

Quem são os missionários sinodais?

Os padres, como primeiros servidores da Igreja em plena colaboração com o Arcebispo. Neste caso participam os Vigários Gerais, os membros do Conselho Presbiteral, os Párocos, os Administradores Paroquiais, os Vigários Forâneos, os membros do Conselho Arquidiocesano de Pastoral, representantes dos diáconos permanentes, dos religiosos e das religiosas, dos seminaristas da Arquidiocese, dos leigos e das leigas e, em especial, dos jovens. Todo o caminho de preparação, de realização e de conclusão, é acompanhado de perto e com dedicação pastoral pelo Arcebispo, que é quem preside o Sínodo.

Quais são as fases do Sínodo Arquidiocesano?

São as seguintes: 1) Preparação espiritual, catequética e informativa: esta fase já está em curso. Desde o primeiro anúncio, todos estamos convocados a entender o que é o Sínodo, a orar nessa intenção, a divulgar a sua realização, a espalhar esta boa-notícia.

2) Consultação da Arquidiocese: meses de visita às Paróquias e Comunidades por parte dos missionários sinodais para encontrar, escutar, conhecer e re-conhecer com gratidão tudo o que marca nossa vida eclesial e tudo o que ainda é desafio. Onde a Igreja se faz presente, o missionário sinodal há de visitar para ali celebrar a presença eclesial, como por exemplo, as escolas e faculdades católicas, os hospitais, obras assistenciais ligadas à Igreja. Das visitas nascerão os testemunhos, que recolhidos serão a base para as sessões sinodais.

3) Sessões sinodais: são os encontros do Arcebispo com os missionários sinodais para o estudo, o aprofundamento do rosto da Igreja de Juiz de Fora e dos desafios que nossa Igreja descobre que precisa acolher;

4) Preparação das declarações sinodais: tempo para o Arcebispo, com a ajuda dos seus colaboradores, preparar o texto final a ser promulgado em junho de 2011.

Quais são os objetivos do Sínodo Arquidiocesano?

O Sínodo é um instrumento pastoral que pretende: fomentar a adesão a Jesus Cristo e à sua Igreja; estimular todos os fiéis ao seguimento de Jesus Cristo; despertar para o conhecimento e a beleza da doutrina cristã; aumentar a comunhão entre todos os membros da Igreja; dar novo vigor apostólico aos ministros ordenados e não-ordenados; finalmente, oferecer diretrizes pastorais para a missão evangelizadora da Igreja de Juiz de Fora.

Quais são as principais perguntas que o Sínodo quer responder?

Dom Gil Antônio Moreira assim formulou as principais perguntas do Sínodo: “O que de bom já foi realizado em nossa Igreja Particular, desde sua criação há 86 anos? Queremos agradecer e confirmar. O que precisa ser atualizado, modificado, ampliado, celebrado? Quais passos novos devemos dar em vista de levar nossa Igreja Particular a um trabalho de conjunto mais evidente, onde a fraternidade, a inter-colaboração, a alegria de viver como irmãos e discípulos de Jesus sejam mais explícitos? Quais passos novos devemos dar corajosamente para que nossa Igreja seja mais missionária realidade urbana de Juiz de Fora com suas características de pluralidade? O que fazer para despertar em nossos padres, diáconos, religiosos e religiosas, leigos e leigas, o ardor missionário capaz de ir para longe a levar o anúncio de Jesus Cristo?”

Fonte: Arquidiocese de Juiz de fora

Em: www.arquidiocesejuizdefora.org.br

 

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